Alê Astolphi
Juliana D’Agostini grava participação em longa estreado por Paulinho Vilhena
Pianista, atriz e apresentadora grava participação interpreta a si mesma e conduz um recital em “45 Dias”
São Paulo, abril de 2026 — Juliana D’Agostini está no set para gravar uma participação especial no longa-metragem 45 Dias, dirigido por Walther Neto. Reconhecida por sua atuação na música de concerto, no audiovisual e na educação musical, Juliana assume, na narrativa, um papel que dialoga diretamente com sua própria trajetória: ela interpreta a si mesma como concertista em um recital de piano.
Mais do que uma aparição, a cena foi construída em torno da presença artística da pianista. No HAG – Home Art Gallery, em São Paulo, Juliana estará ao piano em uma sequência de atmosfera intensa, sofisticada e cinematográfica, na qual a música não funciona apenas como trilha ou ambientação: ela conduz o pulso emocional da cena.
Durante o recital de Juliana, Roger Chedid, vivido por Paulo Vilhena, começa a sentir os primeiros sintomas que atravessam sua trajetória no filme. A performance transforma o piano em linguagem dramática e coloca a artista no centro do ponto de virada emocional da narrativa.
A música interpretada por Juliana foi escrita especialmente para o filme pelo diretor Walther Neto. De caráter intenso, com inspiração no universo de Rachmaninoff e escrita virtuosística, a peça exige precisão técnica, força expressiva e presença cênica — características que fazem da pianista uma presença indispensável para a construção do momento.
A participação também tem uma dimensão afetiva para Juliana: 45 Dias é inspirado na história real de Roger Chedid, amigo da artista. Ao levar sua própria linguagem musical para a cena, Juliana aproxima a força do concerto da fragilidade humana que move a trama.
O longa acompanha Roger, atleta de alta performance, lutador de artes marciais e saltador olímpico, diante de uma notícia devastadora e de uma cirurgia de alto risco. Antes do procedimento, ele pede 45 dias para revisitar memórias, escolhas e relações fundamentais. É nesse território de superação, autoconhecimento, fé e transformação que o recital de Juliana se insere.
Com essa participação, Juliana D’Agostini reafirma sua presença em projetos que ampliam o alcance da música de concerto e revelam o piano como gesto narrativo, emocional e cinematográfico.
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