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Noélli Sántiago sobre a Campanha Janeiro Branco: “Cuidar do emocional evita a depressão”

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O primeiro mês do ano costuma inspirar as pessoas a refletirem sobre as suas vidas. Sabe-se que neste período, muitos se questionam sobre o que viveram e sobre o que está por vir, reavaliando seus projetos, suas relações e os novos desafios. Por isso, essa é também uma boa ocasião para nos conscientizarmos de que os problemas pessoais podem se agravar quando não se toma os cuidados necessários ou quando não tratamos a tempo.

Com base em diversas pesquisas que revelam um grande aumento das doenças psicossomáticas, de ordem emocional, nos últimos anos, a Campanha Janeiro Branco, criada em 2014 pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com o objetivo de despertar as instituições e toda a sociedade, mais uma vez alerta para a importância de estar atento às emoções e de combater tudo o que afeta o nosso bem-estar mental.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicados em 2021 no site da Agência Brasil, somos o segundo país das Américas com maior número de pessoas depressivas, equivalentes a 5,8% da população, atrás dos Estados Unidos, com 5,9%. E, em termos globais, a depressão é uma doença que afeta 4,4% da população mundial, sendo ainda o Brasil o país com maior prevalência de ansiedade no mundo (9,3%).

Veja: (https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-01/janeiro-branco-alerta-para-importancia-de-cuidados-com-saude-mental)

Para piorar o quadro, pesquisas revelam que o isolamento social causado pelo confinamento durante a pandemia aumentou o estresse e desencadeou também diversos transtornos mentais, levando até alguns indivíduos ao afastamento do trabalho.

Para a terapeuta consciencial, Noélli Sántiago, existe muito preconceito em relação aos que sofrem de algum tipo de transtorno. “Há pessoas inclusive que custam a admitir que estão deprimidas porque acreditam ser um problema passageiro e, assim, negligenciam ajuda terapêutica”, adverte. “O problema é que quanto mais tempo passa, mais difícil fica para reverter uma situação de desequilíbrio emocional”, explica.

Desta forma, incentivar os cuidados com a saúde mental, mostrando que é preciso prestar atenção aos primeiros sinais, é fundamental. “A auto-observação contribui para evitar entrar em ‘curto-circuito’.  Ao perceber que estamos desanimados e que a vida não está fluindo do mesmo jeito, é hora de tomar atitude e de buscar ajuda para retomar o bom caminho”, aconselha a terapeuta.

Noélli, que é especialista em reequilíbrio energético, ensina como recuperar as forças e ganhar impulso quando se está passando por momentos difíceis. “Não se deve esperar ficar mal. Todo mundo tem problemas, mas todos nós nascemos para sermos felizes. Então, se preocupar com o nosso bem-estar deveria ser um hábito”, afirma. E completa: “Somos feitos de energia. Se ficamos baixo astral, o Prana, que é a nossa energia vital, diminui. Colocar para fora as emoções reduz as tensões e melhora o nosso campo energético.”

Neste contexto, a terapeuta diz que descortinar os sentimentos significa se abrir para a vida. “É enfrentando as nossas angústias, inseguranças e superando os nossos medos que evoluímos e nos conectamos com a nossa essência. Alcançando a paz interior, todo o Universo se move e conspira a nosso favor”, finaliza.

Noélli Sántiago

Noélli Sántiago sobre a Campanha Janeiro Branco: “Cuidar do emocional evita a depressão”

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