Jovem promessa do Futebol Paraense Desperta Interesse De Times Paulistas

Juninho, aos 15 anos, é a mais recente sensação do futebol paraense e está prestes a dar um grande salto em sua promissora carreira. O adolescente, que iniciou sua jornada nos campos aos 5 anos de idade, está a caminho de São Paulo, onde há fortes indícios de que poderá se tornar a nova contratação de destaque para os times paulistas.

Nascido e criado em Belém do Pará, Juninho começou sua trajetória no esporte jogando na escola Madre Zarife Sales, no bairro do Guamá, aos 5 anos, participando do projeto escolinha do Zarife. Inicialmente atuando em quadra na posição de pivô, o talento do jovem se destacou desde cedo. Após concluir seu tempo no projeto da Madre Zarife, aos 6 anos, ingressou no projeto da Copala, continuando a jogar em quadra na mesma posição.

Aos 7 anos, Juninho deu mais um passo em sua carreira ao entrar para as fileiras do Clube do Remo, onde permaneceu por um ano, também atuando em quadra como pivô. Aos 8 anos, fez a transição para os campos, juntando-se à Tuna Luso Brasileira, onde desempenha as funções de centro avante e ponta, demonstrando versatilidade em sua habilidade com a bola nos pés.

Foto de divulgação
Foto de divulgação                                               

Aos 12 anos, o talentoso jogador integrou outro projeto, desta vez no Botelho, mantendo seu papel como centro avante e ponta durante as partidas em campo. Atualmente, Juninho é destaque na base sub-15 da Tuna Luso Brasileira, consolidando sua reputação como um jogador promissor e versátil. 

A próxima etapa na carreira de Juninho está marcada para o mês de janeiro, quando ele se deslocará para o estado de São Paulo. A expectativa é grande, com muitos especialistas e olheiros do futebol comentando sobre seu talento excepcional que tem brilhado nos gramados. O adolescente paraense está prestes a se tornar a mais recente revelação, despertando o interesse dos clubes paulistas, que veem nele um potencial jogador de destaque para o cenário esportivo.

fonte: Paulo Reale